Você já teve a sensação de que seu assessor de investimentos está mais focado em bater as metas do mês do que em entender seus verdadeiros objetivos de vida? Que a conversa gira sempre em torno de um produto específico, e não sobre o seu planejamento de aposentadoria, a sucessão familiar ou a educação dos seus filhos?
Se a sua resposta foi sim, saiba que você não está sozinho. O modelo de assessoria de investimentos, que se popularizou no Brasil na última década, foi um passo gigantesco para tirar o investidor da poupança e apresentá-lo a um universo de novas possibilidades. Contudo, o mercado amadureceu, e o investidor brasileiro também. O que era suficiente ontem, hoje já não basta.
Nos últimos anos, uma nova tendência vem ganhando espaço — o wealth management, ou gestão de patrimônio. Em vez de focar apenas na escolha de investimentos, esse modelo busca entender a vida financeira do cliente como um todo: objetivos, riscos, sucessão, aposentadoria, impostos e até o impacto das decisões de hoje no futuro da família.
Essa transformação reflete um amadurecimento natural do mercado e do próprio investidor brasileiro, que está mais informado, exigente e disposto a buscar soluções personalizadas. E ela se acelera à medida que empresas especializadas e nomes de peso do setor passam a apostar nesse formato — como é o caso da Ticker Wealth, recentemente adquirida por Charles Mendlowicz, o Economista Sincero.
Mais do que uma mudança de nomenclatura, o avanço do wealth management representa uma virada de mentalidade: sair da simples recomendação de produtos e migrar para uma gestão estratégica do patrimônio. Uma mudança que promete redefinir a forma como o brasileiro investe e se relaciona com o próprio dinheiro.
Neste artigo, vamos mergulhar nesta que é a principal tendência do mercado financeiro global. Você vai entender a diferença fundamental entre ter um assessor e ter um verdadeiro gestor para o seu patrimônio, quais as forças que estão moldando esse novo mercado e como isso, na prática, pode mudar completamente os seus resultados financeiros.
O que é Wealth Management (e por que esse modelo cresce tanto)
Na tradução literal, wealth management significa gestão de riqueza — mas, na prática, vai muito além disso.
Trata-se de um modelo de gestão patrimonial completa, que integra todas as dimensões da vida financeira de uma pessoa ou família: investimentos, aposentadoria, sucessão, seguros, impostos e até planejamento de longo prazo.
Enquanto a assessoria de investimentos tradicional foca em recomendar produtos (fundos, ações, títulos, etc.), o wealth management tem uma visão estratégica.
O objetivo é preservar e fazer crescer o patrimônio, respeitando o perfil, os objetivos e o momento de vida de cada cliente.
Imagine, por exemplo, alguém que já construiu certo patrimônio e deseja garantir a aposentadoria, deixar herança para os filhos e investir parte dos recursos no exterior.
Em vez de buscar soluções isoladas para cada objetivo, o wealth manager cria um plano integrado, no qual todas as decisões — de alocação de ativos a questões tributárias — trabalham juntas para o mesmo propósito: proteger e multiplicar o patrimônio ao longo do tempo.
Essa abordagem mais completa explica o motivo de o modelo crescer tanto, especialmente entre os investidores mais maduros.
O cliente não quer mais apenas “saber onde investir”, mas entender como investir de forma inteligente, levando em conta sua história, metas e contexto familiar.
Abaixo, um resumo que ajuda a visualizar as diferenças entre os dois modelos:
O crescimento desse modelo no Brasil é um reflexo direto da maturidade do investidor e da evolução tecnológica do setor.
Hoje, é possível oferecer esse tipo de serviço de forma mais acessível, digital e personalizada — algo que antes estava restrito a grandes fortunas.
Diferenças entre o Wealth Management e a Assessoria Tradicional
Para deixar a distinção ainda mais clara, vamos detalhar os pontos que realmente fazem a diferença no dia a dia do investidor:
1. Escopo: Uma Visão de 360 Graus vs. Uma Foto Específica
- Assessoria Tradicional: O foco principal é a sua carteira de investimentos. A conversa gira em torno de alocação de ativos, rentabilidade, risco do portfólio e oportunidades de mercado.
- Wealth Management: O ponto de partida são os seus objetivos de vida. A carteira de investimentos é apenas uma das ferramentas para alcançá-los. A análise abrange seu planejamento de aposentadoria, questões fiscais e tributárias, planejamento sucessório, proteção patrimonial e até mesmo consultoria para decisões como a compra de um imóvel ou a criação de um fundo para a educação dos filhos.
2. Alinhamento de Interesses: Parceria vs. Comissão
- Assessoria Tradicional: O modelo mais comum é o de comissionamento (ou rebate), no qual o assessor é remunerado por uma parte da taxa dos produtos que ele distribui. Embora seja um modelo legal e funcional, ele pode gerar um potencial conflito de interesses, pois um produto que paga uma comissão maior pode ser mais vantajoso para o assessor do que para o cliente.
- Wealth Management: O modelo predominante é o “fee-based“, ou seja, baseado em uma taxa de gestão. Geralmente, é um percentual fixo sobre o total do patrimônio que você tem sob gestão. Isso cria um alinhamento total: o gestor só ganha mais se o seu patrimônio crescer. O sucesso dele está diretamente atrelado ao seu, garantindo que a recomendação será sempre a melhor para você, independentemente do produto.
3. Natureza do Relacionamento: Estratégico e de Longo Prazo vs. Transacional
- Assessoria Tradicional: A relação pode ser mais reativa e transacional, muitas vezes motivada por movimentos de mercado ou pelo lançamento de um novo produto.
- Wealth Management: A relação é, por definição, estratégica e de longo prazo. Ela começa com um diagnóstico profundo da sua vida financeira e se desdobra em um plano contínuo, com revisões periódicas para garantir que a rota traçada ainda faz sentido conforme sua vida e seus objetivos mudam. É uma parceria construída na confiança e na continuidade.
Em resumo, sair do modelo de assessoria para o de Wealth Management é como trocar a lente de uma câmera: você deixa de olhar para um ponto específico e passa a enxergar a paisagem inteira, tomando decisões mais inteligentes e integradas para o seu futuro.
Tendências que estão moldando o mercado de Wealth Management
Agora que entendemos o que é a Gestão de Patrimônio, a pergunta natural é: por que estamos falando tanto sobre isso agora? A resposta está em um conjunto de forças globais que estão transformando o mercado financeiro e capacitando os investidores como nunca antes. Não se trata de uma moda passageira, mas de uma evolução impulsionada por mudanças profundas.
Abaixo, estão algumas das principais tendências que estão moldando esse novo cenário.
1. Arquitetura aberta e liberdade de escolha
O investidor moderno não quer estar preso a uma única instituição.
O modelo de arquitetura aberta permite que o cliente escolha onde investir e com quem investir, comparando produtos de diferentes bancos e corretoras.
Isso amplia a competitividade e coloca o poder de decisão de volta nas mãos do cliente — algo impensável há alguns anos.
2. Tecnologia e inteligência artificial a serviço do investidor
A digitalização chegou de vez ao mercado financeiro.
Consultorias e family offices têm usado plataformas inteligentes, algoritmos de recomendação e Inteligência Artificial generativa para analisar cenários, sugerir alocações e acompanhar carteiras em tempo real.
O resultado é um atendimento mais rápido, preciso e personalizado, sem abrir mão da presença humana que inspira confiança.
3. Planejamento financeiro integrado
Cada vez mais, o wealth management se afasta da visão “produto a produto” e se aproxima de uma abordagem holística.
A ideia é integrar investimentos, previdência, seguros, sucessão e tributação em um mesmo plano.
Isso permite que as decisões sejam tomadas de forma coordenada — evitando desperdícios, riscos desnecessários e conflitos de estratégia.
4. Internacionalização de patrimônio
O investidor brasileiro está aprendendo a pensar globalmente.
Com juros altos e volatilidade interna, cresce o interesse em diversificar fora do país, tanto em busca de proteção cambial quanto de oportunidades em mercados maduros.
O wealth management facilita esse processo, conectando o cliente a plataformas internacionais e soluções reguladas no exterior.
5. Transparência e educação financeira como pilares
O novo investidor não aceita mais decisões obscuras nem recomendações baseadas em comissões.
Ele busca clareza, propósito e alinhamento de interesses.
Por isso, as empresas que mais crescem nesse segmento são aquelas que unem transparência total com educação financeira, ajudando o cliente a entender o “porquê” de cada decisão.
Essas tendências apontam para um futuro em que tecnologia e consultoria personalizada caminham lado a lado.
E, nesse contexto, o papel do wealth manager deixa de ser apenas o de um gestor de investimentos — e passa a ser o de um verdadeiro estrategista financeiro, capaz de desenhar planos consistentes e sustentáveis para o longo prazo.
O caso da Ticker Wealth e o movimento liderado por Charles Mendlowicz
As tendências que descrevemos não são apenas conceitos abstratos ou previsões distantes. Elas já estão acontecendo e provocando movimentos estratégicos de peso no mercado brasileiro. Um dos exemplos mais claros e recentes, que exemplifica perfeitamente essa transformação, é a aquisição da consultoria Ticker Wealth por Charles Mendlowicz, mais conhecido pelo grande público como o Economista Sincero — eleito quatro vezes o melhor influenciador de investimentos pela ANBIMA.
A Ticker Wealth, sediada em Alphaville (SP), já administra cerca de R$ 500 milhões em ativos e tem como meta alcançar R$ 1 bilhão nos próximos meses. A empresa atua no modelo de arquitetura aberta, no qual o cliente tem liberdade para escolher onde deseja investir — entre instituições como BTG, XP, Inter, Genial, Safra, Avenue e Nomad.
Com a chegada de Charles, a consultoria passa a adotar uma estratégia de expansão inspirada nas práticas internacionais de wealth management, especialmente nos Estados Unidos, onde o modelo já é dominante.
Como o próprio Charles destacou, o objetivo é trazer para o Brasil uma experiência mais completa, combinando tecnologia, atendimento personalizado e total transparência.
Outro diferencial é o time de sócios:
- Marcelo Alemi, fundador da Monkey Stocks e ex-Grupo Primo, traz uma visão de inovação com base em inteligência artificial e automação;
- Danilo Bastos, especialista em fundos imobiliários, segue à frente da área de Research, um dos pilares técnicos da Ticker.
Essa combinação de experiência de mercado, tecnologia e foco no cliente ilustra bem o que está acontecendo no setor: a transição do modelo de assessoria tradicional para o de gestão patrimonial.
O investidor passa a ter acesso a uma estrutura mais consultiva, que entende seu portfólio como um todo, com metas de longo prazo e estratégias que unem Brasil e exterior.
O movimento vai muito além de uma simples transação comercial; ele é um retrato fiel da maturação do nosso mercado financeiro.
Vamos analisar como os detalhes dessa aquisição se conectam diretamente com as tendências que discutimos.
A Importação Consciente do Modelo Americano
O ponto de partida para a decisão de Mendlowicz, segundo ele mesmo, foi observar como os mercados mais desenvolvidos operam. “Nos Estados Unidos, o modelo dominante é o de wealth management, diferente do Brasil, onde ainda prevalece a assessoria”, explica ele. Essa declaração é a validação máxima da nossa discussão: um dos maiores influenciadores de finanças do país está investindo pesado na tese de que o futuro não está mais no modelo tradicional, mas sim na gestão completa e alinhada do patrimônio.
Convergência das Grandes Tendências em um Único Negócio
Ao observarmos a estrutura da “nova” Ticker Wealth, vemos três tendências em plena ação:
- 1. Tecnologia e Hiperpersonalização: A consultoria conta com sócios como Marcelo Alemi, um nome forte em inovação e tecnologia. O objetivo declarado é combinar “tecnologia de ponta e atendimento”, oferecendo ao cliente “análises mais rápidas, personalizadas e consistentes”.
- 2. Globalização do Patrimônio: Aproveitando a recente experiência de Mendlowicz morando nos Estados Unidos, a Ticker Wealth já anunciou que um de seus focos será o lançamento de soluções para a internacionalização de patrimônio. A meta é criar oportunidades de investimento “com a cara do brasileiro, mas em mercados internacionais”, atendendo diretamente à crescente demanda por diversificação e proteção.
- 3. Arquitetura Aberta e Foco no Cliente: A empresa adota o modelo de arquitetura aberta, permitindo que o cliente escolha onde investir. Suas conexões com as principais instituições do mercado — como BTG, XP, Inter, Avenue e Nomad — garantem a liberdade e a competitividade necessárias para que a única preocupação da consultoria seja encontrar os melhores ativos para o cliente, onde quer que eles estejam.
Em resumo, o movimento de Charles Mendlowicz com a Ticker Wealth não é um fato isolado. É um sintoma claro e poderoso de para onde o vento está soprando. Ele representa a união da influência digital com um modelo de negócios comprovadamente mais alinhado ao cliente, impulsionado por tecnologia e com uma visão global. É a teoria do wealth management se transformando em prática diante dos nossos olhos.
5. O que o investidor brasileiro ganha com isso
A evolução do wealth management no Brasil representa muito mais do que um novo serviço disponível no mercado — ela marca uma mudança de mentalidade sobre como o brasileiro enxerga seu próprio dinheiro.
Durante muito tempo, o foco esteve em rentabilidade imediata e em “escolher o investimento certo”. Mas a nova lógica é diferente: trata-se de construir, proteger e perpetuar patrimônio ao longo do tempo.
Essa abordagem traz benefícios claros para o investidor, mesmo aquele que ainda não possui grandes fortunas.
1. Um atendimento mais estratégico
No modelo tradicional, o investidor recebia recomendações pontuais — às vezes motivadas por comissões.
Já no wealth management, o relacionamento é consultivo e contínuo. O profissional entende o momento de vida, os objetivos e o apetite de risco do cliente, desenhando uma estratégia que evolui com ele.
2. Alinhamento de interesses
Em vez de depender da venda de produtos, a remuneração do wealth manager geralmente está ligada ao patrimônio total sob gestão (AUM).
Isso cria um alinhamento natural: o sucesso do cliente é também o sucesso do gestor.
Quanto mais o patrimônio cresce, melhor para ambos — e essa lógica de transparência tende a se tornar o novo padrão do mercado.
3. Planejamento completo e decisões integradas
O investidor passa a ter uma visão 360º de seu patrimônio, conectando investimentos, previdência, sucessão e tributação.
Isso evita decisões isoladas que muitas vezes anulam os ganhos obtidos em outras frentes — como vender ativos no momento errado por falta de liquidez ou não planejar adequadamente o imposto de renda sobre aplicações no exterior.
4. Acesso ampliado e democratização
Graças à tecnologia e à competição entre consultorias, esse modelo está ficando cada vez mais acessível.
Mesmo investidores com patrimônio menor já podem usufruir de atendimento personalizado, carteiras sob medida e ferramentas que antes eram restritas ao private banking.
5. Educação financeira como base
O wealth management moderno não exclui o cliente das decisões — ao contrário, o envolve no processo.
A ideia é que o investidor entenda o racional por trás de cada escolha, fortalecendo sua consciência financeira e seu senso de propósito.
Afinal, cuidar do próprio patrimônio é também um ato de responsabilidade e liberdade.
Em resumo, o avanço do wealth management oferece ao investidor brasileiro algo que sempre faltou no mercado: estratégia, alinhamento e personalização.
E isso muda tudo.
Mais do que buscar o “melhor investimento”, o novo investidor aprende a buscar o melhor caminho para seus objetivos — com clareza, transparência e visão de longo prazo.
Conclusão – O futuro da gestão de patrimônio no Brasil
Fica claro que a maneira como os brasileiros cuidam de seu dinheiro está passando por uma revolução silenciosa, mas extremamente poderosa. Saímos de um modelo focado em produtos para entrar em uma era focada em pessoas, onde a construção de patrimônio caminha lado a lado com a realização de projetos de vida.
O crescimento do wealth management é mais do que uma tendência passageira — é um sinal claro de amadurecimento do mercado financeiro brasileiro.
Com investidores mais conscientes, tecnologias mais acessíveis e profissionais mais preparados, a gestão patrimonial tende a se tornar o novo padrão para quem deseja construir riqueza de forma sustentável.
Movimentos como o da Ticker Wealth, agora sob a liderança de Charles Mendlowicz, mostram que o Brasil está seguindo o mesmo caminho dos grandes mercados internacionais, onde a personalização e a transparência são essenciais.
O investidor deixa de ser apenas um cliente que “compra produtos” e passa a ser o protagonista da própria estratégia financeira.
Nos próximos anos, veremos uma convergência cada vez maior entre educação financeira, tecnologia e atendimento humano — e é justamente essa combinação que permitirá que mais pessoas alcancem seus objetivos de longo prazo com segurança e clareza.
Em última análise, o futuro da gestão de patrimônio não será apenas sobre dinheiro, mas sobre propósito, planejamento e liberdade financeira.
E quanto antes o investidor brasileiro adotar essa mentalidade, mais preparado estará para aproveitar o que vem pela frente.
Perguntas Frequentes sobre Wealth Management
1. O que é wealth management?
Wealth management é a gestão completa do patrimônio de uma pessoa ou família. Vai além dos investimentos e inclui planejamento financeiro, sucessão, aposentadoria, tributação e proteção de ativos — tudo de forma integrada e personalizada.
2. Qual a diferença entre assessoria de investimentos e wealth management?
Na assessoria, o foco está em recomendar produtos financeiros.
No wealth management, o objetivo é estruturar uma estratégia de longo prazo, cuidando de todo o patrimônio e considerando aspectos como impostos, sucessão e objetivos familiares.
3. Quem pode contratar um serviço de wealth management?
Tradicionalmente voltado a investidores de alta renda, o wealth management está se tornando mais acessível graças à tecnologia e à competição entre consultorias.
Hoje, mesmo quem tem patrimônio menor já encontra serviços personalizados com essa abordagem.
4. Quais são as vantagens do modelo de wealth management?
As principais vantagens são o planejamento integrado, o alinhamento de interesses entre cliente e gestor, a transparência nas decisões e a personalização da estratégia.
O investidor deixa de “seguir recomendações” e passa a ter um plano completo para seu futuro financeiro.
5. O wealth management é indicado apenas para quem tem muito dinheiro?
Não. Embora tenha surgido no segmento de alta renda, o modelo vem se democratizando.
Com plataformas digitais e consultorias independentes, o wealth management se tornou acessível para quem busca organizar e crescer o patrimônio de forma estruturada, independentemente do valor investido.
6. Como o wealth management está evoluindo no Brasil?
O mercado brasileiro está passando por uma transição, adotando práticas já consolidadas nos Estados Unidos e na Europa.
Empresas como a Ticker Wealth, agora sob liderança de Charles Mendlowicz, exemplificam esse movimento ao unir tecnologia, transparência e personalização no atendimento ao investidor.